Promotoria da Flórida pede que 'caso Jean' seja arquivado pela Justiça

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Em documento publicado no dia 21 de janeiro, a promotoria do estado da Flórida pediu à Justiça dos Estados Unidos para que arquive a denúncia de violência doméstica contra Jean, que foi acusado e preso por ter agredido sua esposa durante férias em Orlando, no último mês. A informação foi publicada primeiramente pelo GloboEsporte.com e confirmada pelo LANCE!.

Segundo decisão assinada pela assistente de promotoria Sarah Marie Castro, diante da investigação realizada no caso, não há motivo para que Jean seja processado. Além disso, ela afirma que se houve pagamento de fiança, o dinheiro deve ser liberado, e caso o acusado estiver preso, deve ser solto.

No mês passado, enquanto passava férias em Orlando, Jean foi acusado por sua esposa, Milena Bemfica, de tê-la agredido com oito socos, segundo depoimento prestado aos policiais que atenderam a ocorrência, em um hotel na cidade turística do estado da Flórida. A discussão teria começado por conta de ciúmes e aconteceu na frente das filhas do casal.

O jogador foi preso e passou uma noite na cadeia. Depois de passar por uma audiência de custódia, foi liberado, mediante condições estabelecidas, sem a necessidade do pagamento de fiança. Em seguida, voltou ao Brasil e ficou determinado pela Justiça americana que ficasse longe de sua mulher.

Por conta da atitude fora de campo, o São Paulo decidiu suspender o contrato de Jean, que não mais jogará pelo clube. Após a liberação, que aconteceu na volta das férias, o goleiro foi contratado por empréstimo pelo Atlético-GO. Antes, havia sido consultado pelo Ceará, que acabou desistindo do negócio devido à repercussão negativa criada entre os torcedores cearenses.

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Parana e Cianorte, em meio a 'dilúvio', não saíram do zero no Paranaense

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Paraná e Cianorte entraram em campo nesse domingo (9) pelo Campeonato Paranaense e, debaixo de uma chuva extremamente intensa que deixou verdadeiros “pontos de alagamento” no gramado da Vila Capanema, o placar ficou no 0 a 0.

O aspecto da qualidade técnica do jogo ficou consideravelmente comprometida mediante a verdadeira tormenta que caiu durante a primeira etapa na Vila Capanema. O volume de água foi tamanho que o sistema de drenagem do Durival Britto não suportou e a formação de poças em várias áreas do gramado foi apenas uma questão de tempo.

Com isso, os dois times ficaram sem condições de elaborar lances mais trabalhados pelo chão e foram quase que obrigados a apelar para a bola aérea.

No segundo tempo, a chuva parecia ter dado uma trégua na região, porém o “estrago” já estava feito e as equipes seguiram com problemas para criar. Assim, o resultado que começou não e alterou até o último apito da partida.

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Grêmio pede penhora milionária contra o Fluminense na Justiça

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O Grêmio solicitou nos últimos dias uma penhora de R$ 4.572.708,26 nas verbas que o Fluminense tem a receber pelos contratos de direitos de transmissão junto ao Grupo Globo. A dívida cobrada pelos gaúchos é em ação, já transitada em julgado, que se originou em um ajuda aos cariocas em 2013 em um caso com o Clube dos Treze. O juiz Marcos Antonio Ribeiro de Moura Brito, da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), já está com os autos conclusos para decidir se defere ou não a liminar pelo bloqueio. A expectativa é a de uma decisão ser proferida já nesta segunda-feira.

A reportagem do LANCE! vem acompanhando o caso desde outubro do ano passado, quando a ação em primeira instância, que tramita desde 2017 no TJRJ, teve o trânsito em julgado certificado com o Fluminense perdendo o prazo para recorrer. O clube presidido por Mário Bittencourt recorreu em segunda instância para tentar anular o trânsito em julgado, mas por unanimidade, com a relatoria da desembargadora Maria Augusta Vaz Monteiro de Figueiredo, a 4ª Câmara Cível negou o recurso e manteve o trânsito em julgado certificado em primeiro grau. Embargos de declaração foram opostos pelo Flu, que serão analisados pelo colegiado às 13h de terça-feira.

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No pedido de penhora, o qual o LANCE! teve acesso, datado do último dia 3, o Grêmio alega que “para assegurar o crédito do clube, reconhecido por sentença transitada em julgado, e em face da possibilidade de pagamento de valores devidos ao Fluminense, há necessidade de bloqueá-los, tornando-os indisponíveis para o devedor, e inclusive mediante transferência dos valores, até o limite da cobrança, para que fiquem à disposição desse juízo”. “Se o clube Fluminense receber os valores devidos pelas empresas Globo, provavelmente vai utilizá-los para atender outros compromissos, deixando de honrar o pagamento devido e determinado ao Grêmio”, afirmou o clube do presidente Romildo Bolzan Junior em trecho do pedido.

RELEMBRE O CASO

Em 19 de setembro de 2017, o Grêmio entrou com processo contra o Fluminense, cobrando o valor histórico de R$ 2.344.227,33, que resultou em R$ 3.146.496,12 após correção monetária e juros. O clube de Porto Alegre se tornou credor dos cariocas após ter quitado a dívida do Fluminense com o credor original, o Clube dos Treze, em 20 de janeiro de 2013. A dívida inicial foi por causa de um empréstimo feito pelo Clube dos Treze ao Fluminense.

No dia 11 de maio de 2019, o juiz Marcos Antonio Ribeiro de Moura Brito, da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), sentenciou o Fluminense a pagar R$ 2.344.227,33, valor original da dívida, ao Grêmio, com as devidas correções e juros, em dez parcelas mensais e consecutivas, com a primeira 15 dias após o trânsito em julgado do caso. O prazo decorreu, o Flu não entrou com recurso e o trânsito acabou certificado no último 19 de agosto.

Com isto, a primeira parcela deveria ter sido paga até o dia 3 de setembro, o que não ocorreu. Apenas depois do trânsito em julgado que o Fluminense voltou a se manifestar no processo. Tentou reverter a decisão em primeiro grau por meio de embargos, não acolhidos pelo magistrado justamente pelo trânsito em julgado certificado. Após isto, o Fluminense entrou com um recurso em segunda instância para tentar anular o trânsito.

Em segunda instância, o caso foi distribuído para a 4ª Câmara Cível do TJRJ, com relatoria da desembargadora Maria Augusta Vaz Monteiro de Figueiredo. O Fluminense pediu efeito suspensivo, afirmando que não ocorreu a intimação de seu advogado, que apenas um comunicado, pelo sistema “Push”, teria sido enviado, sem publicação no Diário Oficial, alegando “erro no sistema”. Alegou ainda que há risco de dano grave e difícil reparação, já que o Grêmio deu início à fase de cumprimento de sentença, podendo ser determinada a penhora de valores diante da fragilidade financeira do clube.

A desembargadora relatora decidiu em indeferir o efeito suspensivo “inexistindo probabilidade de provimento do recurso”. A magistrada destacou que há “certidão que informa sobre a regularidade da intimação eletrônica do advogado do recorrente, que se deu de forma tácita, considerando que ele não abriu o portal eletrônico, sendo certo que não há qualquer comprovação de que houve falha no sistema informatizado”. O colegiado, no mérito, também negou o recurso. Embargos de declaração do Flu estão para ser julgados em segunda instância.

Após susto no início, Nenê lidera virada do Flu contra o Moto Club pela Copa do Brasil

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O Fluminense precisou suar nesta quarta-feira. E muito. Em jogo atrasado da primeira fase da Copa do Brasil, depois de um início catastrófico, o Tricolor viu o Moto Club abrir 2 a 0, mas dois com gols de Nenê, de pênalti e em cobrança de falta, empatou. O meia de 38 anos ainda descolou lançamento para Nino marcar. Marcos Paulo, no fim, fez 4 a 2 e deu números finais à vitória que classificou os cariocas no Estádio Governador João Castelo, em São Luís-MA.

Ao avançar, o Fluminense garante premiação de R$ 1,3 milhões. Pela próxima fase, a equipe de Odair Hellman enfrenta o Botafogo-PB na quarta-feira, às 19h15, no Maracanã, em jogo único em que não há vantagem do empate.

+ VEJA A TABELA DA COPA DO BRASIL

EM BUSCA DA ETERNIDADE
Durante a semana, Dejair Ferreira, técnico da casa, pediu aos seus atletas coragem para fazer história. E isto foi o que se viu desde o primeiro lance. Logo após a saída de bola, o time maranhense foi ao ataque e conseguiu escanteio. Ancelmo cruzou fechado e o zagueiro Walace, em belo desvio de cabeça, abriu o placar aos 40 segundos de jogo. Pouco depois, depois de novo tiro de canto, Ramon quase fez o segundo, mas Muriel evitou.

NOVO GOLPE E RESPOSTA
O prejuízo aumentou para o Tricolor aos 11. Em contra-ataque, Silvio aproveitou um buraco no lado direito da defesa do Flu e cruzou na pequena área para Belmonte fazer 2 a 0. Passado o desastre inicial, a equipe carioca acordou. Aos 14, Nenê recebeu na área e foi derrubado por Ramon. Pênalti, que o próprio meia bateu para diminuir. Ainda na primeira etapa, o time visitante teve chances com Gilberto e Wellington Silva para igualar, mas parou no goleiro Saulo e na zaga maranhense.

NENÊ DECIDE
Criticado por demorar a mexer contra o La Calera, Odair mudou a receita. O técnico lançou Ganso ainda no primeiro tempo e voltou com Marcos Paulo do intervalo. E aí, o Moto Club provou do próprio veneno. Logo aos três da etapa final, Ganso sofreu falta na meia-lua e deu a bola para Nenê. O meia colocou com maestria por cima barreira, fez seu sétimo gol na temporada e empatou.

SUPERIORIDADE NO FIM
No restante do jogo, a diferença física entre as equipes foi gritante. O time do Maranhão passou a sofrer com cansaço e pedidos de substituição. O Fluminense aproveitou e, após cobrança de falta longa de Nenê, o zagueiro Nino raspou de cabeça e virou para o Tricolor. Valente, o Moto ainda criou chances, mas aos 38, Marcos Paulo recebeu na entrada da área, fez fila para cima da defesa mandante, e fechou a virada com um belo gol: 4 a 2 e classificação garantida.

FICHA TÉCNICA
MOTO CLUB 2 x 4 FLUMINENSE

Estádio: Castelão, em São Luís (MA)
Data e horário: 26 de fevereiro de 2020, às 21h30
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG) – Nota L!: 5,5 – Parou muito o jogo e pecou no aspecto disciplinar.
Assistentes: Ricardo Junio de Souza (MG) e Fernanda Gomes Antunes (MG)
Público e renda:Pagantes: 4.368 Presente: 6.271
Cartões amarelos: Saulo,Jeorge Belmonte, Nailson (MOT), Yuri, Evanilson, Gilberto,Marcos Paulo (FLU)
Cartões vermelhos: não houve.

GOLS: Walace 01’1ºT (1-0),Jeorge Belmonte 11’1ºT (2-0), Nenê 16’1ºT (2-1), Nenê 3’2ºT (2-2), Nino 26’2ºT (2-3), Marcos Paulo 38’2ºT (2-4)

MOTO CLUB (Técnico: Dejair Ferreira)
Saulo; Denilson, Ramon, Walace (Douglas, 17’/1ºT) e Wersley; Amaral e Naílson; Anselmo, Silvio e Doda (Luan, 25’/2ºT); Jeorge Belmonte (Clessione, 16’/2ºT).

FLUMINENSE (Técnico: Odair Hellmann)
Muriel; Gilberto, Nino, Digão e Egídio; Henrique, Yuri (Ganso, 33’/2ºT) e Nenê; Wellington Silva (Yago Felipe, 36’/2ºT), Fernando Pacheco (Marcos Paulo, intervalo) e Evanilson.

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Athletico Paranaense goleia o Cascavel CR e segue na briga pela liderança do Estadual

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Jogando na Arena, onde sempre é muito forte, o Athletico Parananese conquistou mais uma vitória no Estadual. E foi uma goleada. Com o placar de 5 a 1, em tarde inspirada de Bissoli e Nikão, o Furacão não deu chances ao adversário, que, por sua vez, pouco pode fazer em campo.

Com o resultado, os comandados de Dorival chegaram ao 16 pontos, ficando na 3ª colocação. Já os visitantes estacionaram na 9ª posição, mantendo seus 7 pontos.

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PRIMEIRO TEMPO

Com um início arrasador, a equipe do Athletico, logo aos 3 minutos, com Nikão, abriu a contagem. Após sair da marcação adversária, o jogador bateu na saída do goleiro para fazer. 1 a 0.

Mesmo seguindo melhor no jogo, o Furacão, aos 17, acabou sendo surpreendido com o gol de empate. Em jogada individual, o atacante Rone não deu chances para os rivais e igualou tudo. 1 a 1.

Sem deixar o Cascavel respirar, aos 19, outra vez o Rubro-negro recuperou a vantagem no jogo. Aproveitando o erro de Válber, Carlos Eduardo tocou para Bissoli, que, sozinho, só completou para o fundo das redes. 2 a 1.

Recuperando a tranquilidade no jogo com o resultado parcial, os donos da casa ainda sofreram algumas investidas do Cascavel. No entanto, mostrando-se atento, o goleiro Jandrei praticamente anulou as chances do adversário até os acréscimos, levando o placar favorável para sua equipe para os vestiários.

SEGUNDO TEMPO

Iniciando a etapa final buscando o empate, a equipe visitante até conseguia explorar bem os espaços dados pelos donos da casa. No entanto, nem mesmo as substituições e investidas surtiam efeito até meados dos 20 minutos.

E as coisas complicaram de vez para o Cascavel após o terceiro tento do Athletico. Aos 21, Bisolli, de cabeça, aumentou para o Furacão. 3 a 1.

Minutos mais tarde, empolgado por ter ampliado a contagem na Arena, a equipe de Dorival chegou ao quarto gol. Aos 30, Carlos Eduardo, de fora da área, mandou a bomba para fazer um golaço. 4 a 1.

Praticamente com o jogo definido, a equipe local ainda chegou ao quinto. Aos 47, Nikão deu números finais, de peito, sendo esse o último lance do confronto.

Zagueiro destaca motivação no Novorizontino contra o Corinthians

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Titular do Novorizontino este ano, o zagueiro Bruno Aguiar, ex-Santos, Goiás e Sport, destacou o desejo do grupo em fazer um grande jogo no sábado, contra o Corinthians, no Paulistão, às 19h, em Novo Horizonte. Segundo o jogador, vencer o Timão dentro de casa será muito importante para o grupo visando a sequência da disputa.

– Enfrentar o Corinthians é sempre uma missão muito difícil. Qualquer erro pode nos custar um resultado positivo. Temos que ter atenção e procurar anular as principais jogadas deles para sairmos com esse triunfo. Vencer eles nos dará muita motivação e confiança visando a sequência da disputa – disse.

Segundo Aguiar, a meta do Tigrão é continuar firme no Paulistão para chegar às finais da disputa.

– Estamos fazendo um grande campeonato até aqui e temos totais condições de chegarmos às finais. Vamos lutar muito para que isso seja possível.

Atualmente, a equipe é a terceira colocada do Grupo B, com 14 pontos, atrás de Palmeiras, com 17 e Santo André, líder geral do estadual, com 19 pontos.

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Presidente do Grêmio, Romildo Bolzan testa positivo para COVID-19

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Na noite deste domingo, o Grêmio informou, através de um comunicado no seu site oficial, que o presidente Romildo Bolzan testou positivo para o coronavírus. Ele é o quarto da diretoria infectado com o vírus.

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De acordo com a assessoria do Tricolor, o dirigente realizou o exame hoje e já entrou em repouso. Lembrando que o mandatário tem 60 anos e exige maiores cuidados com a doença.

Antes de Bolzan, Eduardo Fernandes, assessor adjunto da categoria de base e Claudio Oderich e Marco Bobsin, ambos vice-presidentes do clube, já haviam testado positivo para o COVID-19.

Romildo Bolzan esteve, junto de outros dirigentes, em um jantar com a diretoria do Internacional às vésperas do Gre-Nal pela Libertadores da América. Presidente do Colorado, Marcelo Medeiros também testou positivo para o vírus.

Na última sexta-feira, o elenco do Tricolor compareceu ao CT Luiz Carvalho, realizou exames e recebeu recomendações para a quarentena dentro de casa. Até o momento não houve caso confirmado.

Confira nota do clube:
O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense vem a público comunicar que o presidente do Conselho de Administração Romildo Bolzan também foi submetido nas últimas horas ao teste de checagem para detecção do Covid-19, obtendo resultado postivo. O mandatário gremista encontra-se em bom estado de saúde e em isolamento residencial há oito dias.

VÍDEO: Após semana de treinos, Pituca, do Santos, curte futevôlei

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Após publicar em suas redes sociais um vídeo treinando com um amigo, o meia do Santos, Diego Pituca, também postou em seus stories uma partida de futvôlei disputada com mais três colegas neste fim de semana. O jogador está de férias até o dia 20 de abril, em medida cautelar tomada pela diretoria do Santos em meio pandemia de COVID-19. Assista o vídeo!

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Mattos culpa política por saída do Palmeiras e diz que chorou com apoio

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Em dezembro de 2019, mesmo com contrato até o final de 2021, Alexandre Mattos foi demitido do Palmeiras, clube em que era diretor de futebol desde janeiro de 2015. Hoje no Atlético-MG, ele afirmou ter chorado com o apoio que recebeu de torcedores, minimizando e até perdoando a organizada Mancha Verde, que chegou a protestar na frente da sua casa – houve até uma carta enviada à esposa do dirigente. Mattos elogia o presidente Maurício Galiotte e disse que sua saída ocorreu por pressão política.

– É inacreditável criticar o Maurício, um dos principais presidentes da história do Palmeiras, e o tempo dirá isso. Foi 100% correto comigo, me segurou em três meses de pressão. Em momento algum, levou a sério a pressão da torcida organizada, até ria. Segurou brigas que ninguém seguraria. O negócio desandou, e ele foi honesto comigo, quando os políticos próximos dele falaram que tirariam o apoio e não aprovariam as contas – contou à Fox Sports.

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– Quando você está no olho do furacão, é culpado de tudo. Até o jogo contra o Grêmio (eliminação na Libertadores), estava tudo certo. Mas, em cinco anos de clube, você quebra paradigma, manda um monte de gente embora que precisava e tinha ligação política. Na hora em que o negócio ficou ruim, apontaram o dedo para quem bancava, segurava, se expunha, ficava na linha de frente. Mas sempre tive um presidente e um diretor jurídico falando sim ou não, eu não era o dono da verdade. E as pressões me deram um atestado de idoneidade, porque botaram publicamente tudo que tenho, e está tudo no Imposto de Renda – falou, detalhando sua emoção ao se sentir apoiado.

– Perguntavam como que eu suportava o linchamento. Primeiro, pela minha família, minha esposa foi guerreira quando tentaram intimidá-la. E me sustentei porque eu era xingado todo início de jogo pela Mancha e, praticamente, todo o resto do estádio vaiava. E o Palmeiras já eliminado de Libertadores e Copa do Brasil, o Flamengo virtual campeão brasileiro. Uma das poucas vezes em que chorei no futebol brasileiro foi por esse apoio – lembrou.

– Quando vazaram meu telefone, recebi quase 900 mensagens, e o advogado pediu para ver o que tinha de ameaça. Deixei o celular por dois dias com um funcionário, para ele anotar o que tinha de xingamento e ameaça, e ele falou que 91,8% das mensagens era de apoio. A minoria que fez essa situação. Isso me comoveu bastante. Hoje, torço pelo Palmeiras e fico feliz pelo que está acontecendo, com o protagonismo que a torcida merece e tanto quer – afirmou, relatando ter respeito pela organizada que o pressionou.

– Tenho um respeito enorme pela Mancha Verde e por quem a comanda. Sempre tive e sempre fui lá quando fui convidado. Eles têm o direito de fazer isso (protesto) no estádio, mas exageraram quando mexeram com a família e tomei uma atitude, que já está resolvida. Mas a Mancha já me ovacionou, inclusive no meio de 2019, quando dei entrevista na TV Mancha e falaram que eu era o melhor diretor de futebol, três, quatro meses antes de sair. Respeito a paixão deles. São fundamentais, ajudaram muito o Palmeiras na conquista de títulos. Principalmente, o torcedor comum, que aí nem se fala… – disse, sem descartar retornar ao Palmeiras um dia.

– É um lugar onde fui extremamente feliz, que adoro, que tem uma empatia minha muito forte e, principalmente, com o torcedor. O futuro sempre pertence a Deus. Se tem uma saudade que tenho é de estar no Allianz Parque, no entorno, com o torcedor. Ser campeão no Palmeiras é inacreditável. Não tenho mágoa nenhuma. Passou – assegurou o hoje dirigente do Atlético-MG.

'Plano A', 'vital' e 'paizão': personagens do título de 2010 destacam a presença de Joel Santana

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A alegria havia se transformado em um cenário terra arrasada. Era janeiro de 2010 e a torcida do Botafogo havia aparecido no Engenhão para prestigiar a estreia de Loco Abreu. Viram, na verdade, um show de Dodô, atacante do Vasco, que marcou três gols na goleada de 6 a 0 do Cruz-Maltino. Foi um dia que provavelmente todo botafoguense gostaria de esquecer, mas que também foi um marco na equipe que viria a ser campeã carioca alguns meses depois.

Após a goleada, Estevam Soares foi demitido. Um dia depois, foi anunciado que Joel Santana seria o substituto. O resto é história. Com o “Papai Joel”, o Botafogo se revigorou, superou a derrota para o Vasco, se tornou competitivo, venceu os dois turnos do Campeonato Carioca e, consequentemente, levantou o título de campeão estadual.

O LANCE! recolheu depoimentos de pessoas envolvidas – tanto dentro quanto fora de campo – no título que deu fim a uma série de três vice-campeonatos seguidos para o Botafogo, que completa exatos dez anos neste sábado. O primeiro é André Silva, vice-presidente de futebol da época, ao explicar que Joel Santana foi a prioridade da diretoria na busca por um novo técnico.

– O Joel foi o primeiro nome. Lembro que a gente falou de outros nomes caso ele não aceitasse, mas foi o primeiro. Ele era o plano A. Se ele não aceitasse, a gente tinha falado de Celso Roth, mas ele tinha uma rejeição muito grande por parte da torcida, e o Ney Franco. Foram os nomes que a gente pensou – relembrou.

A diretoria precisava de uma alternativa rápida depois de uma goleada para um dos maiores rivais. O nome de Joel Santana surge, de acordo com André Silva, em uma reunião com os três nomes mais fortes do futebol do Botafogo em 2010. Acima de tudo, a qualidade do treinador em conquistar Estaduais prevaleceu.

– Surge em uma reunião entre eu, Anderson (Barros) e Maurício (Assumpção). Não me lembro ao certo quando saca o nome do Joel, mas quando falam dele a gente lembra da qualidade que ele tinha para ganhar Estadual. Sabíamos da nossa necessidade de ganhar aquele Carioca, ligamos para o empresário dele. Acertamos tudo bonitinho e o Joel me pediu para ficar no camarote no primeiro jogo para conhecer a equipe. Foi um jogo em São Januário, o Jair Ventura, auxiliar permanente daquela época, comandou a equipe e a gente ganha em um jogo muito sofrido (2 a 1 contra o Tigres), mas tirou o peso da derrota de 6 a 0 – afirmou.

A apresentação de Joel Santana foi o começo de novos dias para o Botafogo. Em sua primeira coletiva, o treinador chamou os holofotes para si e transformou um noticiário carregado.Ele levou um currículo para a mesa, declarou que o Botafogo lutaria pelo título e bateu no peito:

– Só faltava eu nesse Carioca, agora a festa vai começar. Esse negócio de “Rei do Rio” tem que respeitar, que sou eu. Faltava o convidado principal. Sabemos a qualidade dos outros clubes, mas estamos machucados – afirmou, durante a apresentação no Alvinegro.

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Além do paizão: a visão do dia a dia
Prancheta, óculos e frases icônicas são, provavelmente, os três melhores elementos para definir Joel Santana. O “Papai Joel”, como ficou conhecido entre os jogadores, é um personagem icônico no futebol carioca – e até mesmo em proporções nacionais. Para Jair Ventura, auxiliar técnico permanente da equipe campeã em 2010, as qualidades do comandante iam além da gestão de elenco.

– É difícil listar a principal lição que eu aprendi com o Joel. Fui privilegiado de ter vários treinador como auxiliar, aprendi demais com todos. Uma coisa que me chamava a atenção era a facilidade que ele tinha de enxergar o jogo e mudar a partida dentro do vestiário. Lembro que às vezes eu descia e passava tudo que eu via, ele ficava me olhando e perguntava “Acabou?”. Aí ele passava pelos jogadores e dizia tudo que eu falei , eu ficava feliz, mas logo depois vinha um monte de coisas que eu não tinha visto. Era muito bom nessa situação de mudança tática e ele venceu muitas partidas assim, no intervalo. A gente tem esse pose de paizão com ele, mas ele tem uma leitura fantástica. Poucos têm essa capacidade – garantiu.

Jair, que viria a ser treinador do Botafogo seis anos depois, acompanhou Joel Santana no dia a dia durante a campanha vitoriosa de 2010. O comandante mais novo faz questão de ressaltar, mais uma vez, a importância do “Papai Joel” além desta figura fora de campo, apesar de também elogiar a gestão de vestiário do ex-técnico.

– Por ele ter essa marca da paizão, parece que a importância é mais no ambiente. Isso é importantíssimo, mas o Joel tem muito trabalho. Ele tinha esse perfil de paizão sim, é uma gestão muito boa, mas ele dentro do campo é muito bom, a leitura de jogo é fantástica.. Foi meio a meio para dentro e para fora do campo. Foi importante nos dois aspectos. Ele teve grande virtude dentro do campo, não à toa conquistou tantos títulos durante a carreira – completou.

Relação com os jogadores
Uma estratégia interessante para conquistar a confiança das pessoas em um lugar novo é por meio do humor. Parece que Joel Santana usou esta tática, de acordo com Caio Canedo, que ficou conhecido como “Talismã” carinhosamente pelo próprio treinador. O atacante, atualmente no futebol asiático, contou que o comandante, antes da primeira partida, deu uma engraçada declaração e, desta forma, tudo pareceu mais tranquilo.

– A grande mudança foi mesmo fora de campo. O elenco era praticamente o mesmo. Foram as conversas que traziam o jogador mais para perto dele. O Estevam também fazia isso, mas o Joel tem um jeito especial, demonstra muito carinho e amor. Teve um fato curioso como exemplo. O Joel ia estrear contra o Tigres, estavam todos na academia esperando que ele fosse apresentado. Ele chegou e disse “Rapaziada, a partir de hoje é um novo capítulo. Não quero saber se vamos enfrentar jacaré, morcego ou tigre”. Ali todo mundo já deu risada, já criou um ambiente mais descontraído. Dali em diante tudo mudou. A confiança e o ânimo aumentaram muito. Ele é um cara bem paizão – lembrou.

Caio vivia o primeiro ano como jogador profissional em 2010. Contratado junto ao Volta Redonda para integrar a equipe sub-20 do Alvinegro no ano anterior, se destacou e teve a oportunidade no time principal. Foi acolhido por Joel e, entrando no segundo tempo dos jogos, foi uma arma letal daquela equipe. O jogador revela que até hoje mantém contato com o “Papai Joel”.

– Foi um grande parceiro. Me dava muitos conselhos, falava para esperar que minha hora iria chegar, para continuar trabalhando firme. Foram muitos conselhos e ensinamentos diários nos treinamentos. Quase uma relação de pai e filho. Também pedia muito para eu não me deslumbrar, para manter a cabeça no lugar. Ele me ajudou a ser um homem e um profissional melhor. Quando era preciso, também dava puxão de orelha, cobrava firme. Há alguns meses mandei uma mensagem para ele. Ele me respondeu pedindo um tapete do Aladin (risos) – contou.

Novato de um lado, experiente do outro… Jefferson, que ainda então dava os primeiros passos para se tornar um ídolo do Botafogo, também destaca a forma de comunicação de Joel Santana. O goleiro conta que a chegada do treinador foi de suma importância para a conquista.

– Nós chamávamos de Papai Joel porque ele era um cara que conversava muito, não ficava aquela coisa pesada. Ele brincava e deixava o ambiente muito mais leve para a gente poder correr para ele dentro de campo. Era um cara completo e inteligente. A chegada dele foi vital para esse título – afirmou.

Além da parte da conversa, o ex-goleiro também faz questão de ressaltar a visão de Joel dentro de campo. Vale ressaltar que, ao chegar, o treinador passa a adotar uma formação com três zagueiros, dois volantes e dois alas, o que dá resultado – antes, o Botafogo atuava em um 4-4-2.

– O Joel é uma pessoa completa. É muito inteligente, foi um treinador que entendeu a competição. Tanto que ele tinha dois, três jogadores que ele colocava na hora certa, o Edno e o Caio, principalmente. Eram dois jogadores praticamente titulares no banco para colocar justamente na hora que estava precisando. Ele montou uma equipe boa, o treinamento era objetivo – finalizou.

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